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Histórico Daniel Batera


A Influência Familiar
Músico gaúcho nascido em 20 de fevereiro de 1980 na cidade de Porto Alegre. Faz parte de uma família de músicos não profissionais, mas que o influenciaram desde o início. Seu pai, Paulo Eril, médico e posteriormente pastor, tocando piano, acordeon, teclados, violão e baixo. Sua mãe, Edmar (Dona Dima), uma carioca naturalizada gaúcha, que cantou por muito tempo em alguns corais e conjuntos musicais, e que hoje não tem mais cantado por falta de tempo que prefere dedicar à sua profissão, psicóloga e também pastora.
Seu irmão Paulo Sérgio, que veio a se profissionalizar somente na música só em 2009, toca violão, baixo, um pouco de bateria e guitarra principalmente, além de cantar muito bem. Sua irmã, Valéria cantou muito bem e já participou de algumas gravações em Porto Alegre, apesar de não ter se profissionalizado.

A Bateria Quando Criança
Entre seus quatro e cinco anos de idade era comum vê-lo no pátio de sua casa fincando galhos no chão e colocando latas de Nescau e farinha láctea de cabeça para baixo como se fossem tambores e fazendo furos em suas tampas para posicioná-las como pratos, tocando tudo com outros galhos de árvore, mesmo sem saber direito o que era uma bateria de verdade, pois nunca tivera contato com o instrumento.
Não muito depois desse tempo viu um baterista tocando no conjunto da igreja que freqüentava, a Igreja Batista do Calvário, no bairro Glória em Porto Alegre. Era o conjunto que seu pai tocava teclado naqueles tempos. O nome do baterista é Fernando Garros, um grande batera de Porto Alegre. Quando pequeno o garoto viu aquela bateria, e imediatamente ficou vidrado e apaixonado pelo instrumento.

O Início de Tudo
O tempo foi passando e ficou só naquela vontade mesmo, sendo que seu pai, um multi-instrumentista, tentava levá-lo ao caminho de estudar piano ou violão, mas sua cabeça estava voltada mais para as batucadas mesmo. Em 1988 em um culto daquela pequena igreja que frequentava, emprestaram uma bateria Pingüim, toda feita de aglomerado, verde por fora, sem peles de resposta, e com o prato hi-hat feito de latão.
Aí aconteceu um fato inesperado que veio mudar a vida desse garoto de apenas 8 anos de idade e também daquela e de outras Igrejas Batistas do Rio Grande do Sul. O menino “deu a louca” no meio de uma música, sentou na bateria e começou a tocar, bem no meio do culto. Totalmente errado, mas começou, e foi a partir dali que os músicos daquele conjunto viram que ele tinha força de vontade e que realmente queria aprender e conseguir tocar aquele “confuso” instrumento.

Na foto abaixo Daniel na Pinguim verde onde começou a tocar

Um irmão professor
Seu início foi difícil, mas eram muitas as motivações, pois se tocasse bateria poderia tocar junto a seu pai e seus irmãos. Paulo Sérgio, seu irmão, foi como um professor em muitos momentos, dando dicas valiosas em seu início. Ele lhe ensinou como encaixar o bumbo com as mãos e também como atacar no prato com o bumbo ou com a caixa. As influências musicais desse irmão foram importantíssimas na formação de Daniel. Sua sensibilidade e ouvido para a música tomaram um novo formato através desse aprendizado.

Autodidata
O menino começou a freqüentar os ensaios do conjunto da igreja e foi aprendendo por intuição, uma criança autodidata. Assim começou a tocar no seu primeiro conjunto, na igreja. Realmente foi uma grande escola para ele, talvez como seja o baile para alguns, e aos poucos começou a introduzir novas concepções de variações que inventava no meio das músicas, e todos notaram a diferença que faziam seus diferentes grooves no meio dessas músicas, apesar de nesse tempo tocar um pouco alto demais para os sensíveis ouvidos das senhoras da igreja.

Na Banda do Irmão
Em 1992 ingressou na banda gospel que seu irmão tinha montado – Dínamus. Paulo Sérgio, seu irmão, já tocava violão e guitarra muito antes de Daniel iniciar na bateria.

Fizeram inúmeros shows na capital portoalegrense. Os principais foram na Esquina Democrática, centro de Porto Alegre (Dezembro -1993), auditório Araújo Viana e no Parque Marinha do Brasil (Outubro -1994).

Primeira Escola
Em 1993 percebeu que para evoluir de verdade teria que estudar com alguém, e entrou na única escola de música em Porto Alegre que possuía um curso de bateria na época. Para sua grande surpresa e também decepção entrou naquele curso e logo descobriu que ele, até aquele momento totalmente autodidata, tocava melhor que seu professor, que no caso já era um “músico profissional” e tocava em bares na noite de Porto Alegre. Com esse grande baque em sua vida decidiu que o caminho autodidata lhe era mais econômico e útil também. Aquele curso infelizmente não tinha nada a lhe oferecer, e ele desconhecia a existência de bons professores particulares na cidade.

Estudando na igreja
Continuou tocando na igreja e influenciando toda uma nova geração de bateristas cristãos que foram surgindo em outras igrejas vendo Daniel tocar. Ele se sentia muito bem e se destacava pelo jeito de inovar as músicas já tradicionais desse meio. Os poucos bateristas que existiam nas igrejas batistas antes dele foram ficando para trás por não se aplicarem a estudar mais e descobrirem coisas novas em seu instrumento. Daniel estudava pelo menos uma vez por semana na bateria. Pegava dois ônibus para treinar na igreja, enquanto não tinha seu próprio instrumento. Sua igreja em Porto Alegre sempre o apoiou deixando que ele estudasse na bateria do templo.

Primeira Bateria
No fim de 1993 conseguiu comprar sua primeira bateria, uma Gope, feita de fino compensado, sem peles de resposta, com um hi-hat Pearl, um crash Ziltannan, e pedal de bumbo da Thunder. Mas para o seu grande azar, quando começou a estudar todos os dias a valer, no dia 02/01/1994 fez uma das maiores besteiras da sua vida. Com ainda 13 anos de idade roubou o carro de sua mãe e acabou batendo. Com a consciência pesada, vendeu sua primeira e preciosa bateria dando o dinheiro para o seu pai, tentando compensar parte do gasto que tinha provocado. Sem bateria, voltou a treinar na igreja, que ficava do outro lado da cidade, dificultando mais ainda seu estudo ainda autodidata.

Tocando na Igreja
Viajava muito para outras cidades tocando com o conjunto da igreja. Continuava tocando todos os domingos lá e nos principais eventos que os Batistas do RS faziam para reunir todas as igrejas do estado ou da capital ocasionalmente. Inclusive ficou muito conhecido entre os cristãos Batistas de RS, porque tocava com muitos conjuntos em todos os acampamentos que promoviam no ABG (Acampamento Batista Gaúcho, na serra de Santa Maria – RS). Continuava a receber muitos elogios pelo seu desempenho e desenvoltura no instrumento, apesar de não muitos elogios por seu visual, que era em certos momentos um pouco “estranho” com seu cabelo ruivo indo até a cintura.

Primeiro Professor de Verdade
Em 1997 sua vida como baterista começou a mudar RADICALMENTE! Ficou sabendo através de seu amigo Vinicius que havia um professor de bateria muito bom, e que ensinava a leitura de partituras para bateria. Interessou-se muito e decidiu conferir isso de perto. Foi então que ele conheceu o – “Professor dos Professores” – o ilustríssimo mestre: ARGUS MONTENEGRO. Aquele grandioso professor começou a moldar seu novo aluno, de maneira a injetar novos conceitos sobre ele no instrumento que viria a descobrir que conhecia tão pouco.
Começou também a retirar todo aquele orgulho bobo que tinha sido incrustado na sua personalidade, pois seus amigos e familiares achavam que ele tocava muito bem. A partir daquele momento ele descobriu que não sabia quase nada. A única coisa que tinha era experiência (estrada) por tocar durante nove anos com variados conjuntos dentro da igreja e na banda do seu irmão.

Eterno Aluno
A partir daquele momento se tornou um eterno aluno de Argus Montenegro, do qual desenvolve até hoje muitos ensinamentos que recebeu deste professor, infelizmente falecido no ano de 2008 (vide Revista Modern Drummer Brasil de novembro de 2008).
Foi muito influenciado por esse professor no lado do jazz, do samba, e de ritmos centro-americanos. Até começar a ter aulas com Argus não pensava em se tornar músico profissional, mas a influência desse grande professor o fez acreditar que tinha capacidade de realmente fazer o que mais gosta em sua vida, que é trabalhar como músico. Seja tocando, gravando ou dando aulas e workshops.

Gosto Pessoal
Sempre foi um músico muito eclético, gostando de músicas que fossem bem feitas, bem tocadas e/ou bem cantadas, fossem elas bossa nova, jazz, MPB, rock, metal, progressivo, latinas, R&B e muito mais. Sua principal paixão dentro da música sempre foi o Funk, desde o soul ao mais pesado New Metal, atingindo todos os gêneros dessa linguagem musical, todas as categorias desse precioso e contagiante ritmo (desconsidere a banalização do que hoje é o funk, vide o “funk de baile carioca” e derivados).
O estilo que mais tem prazer em tocar é o Soul, um tipo de gênero do funk caracterizado pelo próprio nome diz, “música da alma”. Todo aquele embalo, naipes gritando, quebradas e convenções incríveis, tudo isso lhe faz vibrar. Uma de suas grandes influências nacionais nesse gênero é, sem dúvida, Ed Motta, e porque não citar o exímio batera que o acompanhou nos seus principais cd’s e shows, o grande amigo, colega e exímio músico – Renato Massa.

Tocando Outros Instrumentos
Nesse meio tempo também aprendeu uma base de violão, guitarra e baixo, de maneira autodidata e com algumas dicas de seu irmão. Coisas simples, mas o suficiente para que viesse iniciar modestas composições, que dariam outra visão dos instrumentos enquanto ele estivesse tocando bateria. Começou também a investir praticamente todo dinheiro que conseguia em novas peças para montar sua bateria. Mais tarde na faculdade teve aulas de piano, canto e regência, além de muitas outras cadeiras que aperfeiçoaram seu ponto de vista musical.

Viajando Para Fora de seu Estado
Viajou a muitos estados tocando sem receber, simplesmente pelo prazer de fazer música, tocar e ser visto, e assim foi conhecendo muitas pessoas e fazendo amizades pelo Brasil inteiro. Tocou com variados conjuntos em muitas cidades de estados como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás e Tocantins.

O Início de Sua Banda (777 M.C.)
Daniel montou a banda 777 M. C com seu primo Marcelo (aliás, seu melhor amigo em Porto Alegre). Nessa banda chegou a compor mais de 30 músicas. No início foi difícil pela falta de componentes, mas Daniel ensinou algumas noções básicas de baixo ao seu amigo Tiago – que já sabia tocar violão e o garoto evoluiu tanto que deixou muita gente de queixo caído.
Como precisava de dois vocalistas na banda, Daniel tocava guitarra e cantava. Enquanto seu primo Marcelo só cantava, Tiago tocava baixo e seu irmão Paulo Sérgio (que na verdade é guitarrista) quebrava o galho na bateria. Assim foi durante algum tempo até que Daniel tomou para si o desafio de tocar bateria e cantar simultaneamente, colocando seu irmão mais velho no devido lugar, que é a guitarra. Depois entrou também na banda mais um grande amigo de todos os componentes e também um grande guitarrista. Wilkerson Magioli, ou se preferirem, Kiko como é chamado.

Ensaios da Banda 777
A banda aos poucos deu um salto em técnica, composição e arranjo nas músicas, porque os dois guitarristas se entenderam muito bem e pelas influências que se misturaram ali. O baterista e o baixista com fortes influências de funk, e os dois guitarristas com muitas influências de metal melódico. Aquela era a composição perfeita de integrantes para a banda na época. Ensaiavam principalmente na garagem da casa de Daniel por não terem condições de sempre pagarem um estúdio, e para não se prenderem muito ao relógio enquanto ensaiavam também.

Os Shows da Banda 777
Tocavam, o que foi mais tarde batizado de “Tribal Hip-Hop”, uma mistura de rock, heavy e rap. Algo como “Rage Against The Machine”, que se espalhou rapidamente e ganhou muitos adeptos nos shows realizados. Era uma mistura realmente bem doida que no fim deu muito certo, mas que se encerrou no último show que fizeram no RS, em janeiro de 2000, na praia de Torres. Diga-se de passagem, o melhor show de todos os que já tinham feito. Ainda tocaram uma vez juntos antes de Daniel Batera ir embora para Brasília, numa despedida que fizeram na casa dele.

“A” Bateria
Antes de ir para Brasília, Daniel tinha conseguido comprar uma nova bateria, da qual viria a não se separar nunca mais. É uma bateria artesanal feita em casa pelo seu grande professor – Argus Montenegro (In Memorian) – com um som inigualável. Ela tem cor de madeira, pois não é laqueada. Simplesmente foram passadas mãos de verniz de barco em sua madeira, o que deixou com um aspecto muito rústico, mas com um som sem igual. Com o tempo foi conseguindo comprar outras peças para completar o set, sempre inovando seu lado percussivo na bateria, deixando meio que de lado o aspecto de estética, mas sempre se importando com o som que qualquer peça poderia lhe proporcionar.

Morando Em Brasília
Em abril de 2000 passou uma temporada em Brasília morando com seus tios e seu primo Marcelo, por pura aventura, mas foi uma ótima experiência. Mesmo sem trabalhar muito por lá nos menos de 4 meses que passou, chegou a gravar com um conjunto, e conheceu muitas pessoas e músicos que vieram a se tornar grandes amigos.
Conheceu Daniel Oliveira, um grande batera formado na Berklee (Boston) e que se tornou seu melhor amigo entre os músicos de lá, o levando a todos os cantos de Brasília onde a música acontecia e o apresentando a grandes músicos do distrito federal, como Dino Verdade, proprietário do conhecido Instituto de bateria Bateras Beat. Também viajou para Palmas e Porto Nacional no estado de Tocantins acompanhando um coro jovem de Brasília e o conjunto com quem havia gravado, ambos da Terceira Igreja Batista do Plano Piloto, igreja na qual participou enquanto morou em Brasília.
Ficou no DF de 18 de abril à primeiro de agosto. Quando já estava se estabilizando naquele meio musical e recebendo algumas propostas de trabalho, principalmente na área de escolas de música para lecionar, teve que voltar à sua terra natal por motivos que lhe fugiram o controle, deixando para trás esse novo campo que estava sendo aberto.

Período Transitório
Voltou à Porto Alegre e começou a dar aulas particulares novamente, mas já com a visão de ir morar e estudar no Rio de Janeiro. Aproveitou essa estada para pegar mais alguns proveitosos ensinamentos de perto com seu professor Argus Montenegro e se preparar para uma nova aventura de ir morar em mais um estado diferente. Mas Argus nesse meio tempo estava se recuperando de uma cirurgia na coluna e Daniel então tomou seus primeiros ensinamentos com Zé Montenegro. Descobriu ali que “filho de Peixe grande peixe é!” Foram 4 meses apenas, mas muito proveitosos e que encurtaram o relacionamento e a amizade entre esses dois bateras e irmãos de coração. Zé Montenegro a partir daí passou a se tornar outra importante referência e influência para o crescimento profissional de Daniel, e continua sendo até hoje.

Influenciando o Sobrinho
Daniel Batera sempre foi tão apaixonado por seu instrumento, e nessa época transitória acabou passando esse vício a seu sobrinho David, filho de sua irmã Valéria. Antes de um ano de idade ele já sentava sozinho na bateria de seu tio começando assim muito cedo a ter um contato físico com esse instrumento. Esse realmente já nasceu com a música no sangue. Todos os dias em que visitava a casa de seu tio passava horas tocando bateria, e de lá só saia chorando.
Hoje com Daniel no Rio e seu sobrinho morando em Manaus e bem mais crescido ele não tem as influências ritmicas de perto de seu tio, mas continua sendo muito bem influenciado na música por seus pais continuando a gostar de bateria além de outros instrumentos.

Indo Morar No Rio de Janeiro
Daniel se preparou e foi pro para o Rio de Janeiro em novembro de 2000, para cursar Música em uma faculdade particular na Tijuca, o STBSB, mais conhecida atualmente como FABAT (Faculdade Batista do Rio de Janeiro). Recebeu proposta prévia de lecionar seu instrumento nesta mesma faculdade, o que lhe agradou muito. Com o tempo foi conquistando melhor seu espaço dentro dessa faculdade.

Dando Aulas Na Faculdade
Conseguiu primeiro um espaço dentro do Campus para dar suas aulas particulares (conhecida na época como a Bat-caverna), o que ajudou muito em seu sustento. Depois conseguiu espaço para dar aulas individuais no seu curso, e de fevereiro de 2003 a julho de2005 lecionou para turmas de Instrumento Complementar no currículo do mesmo curso em que estava estudando.

Remontando A Banda
A grande vontade de tocar novamente suas músicas fez com que corresse atrás de novos componentes para remontar sua banda, a 777 M.C. Primeiro encontrou Luciano, e o convidou para tocar guitarra na banda. Logo em seguida entrou o Marcelinho tocando baixo, e Moacyr como DJ. Por último Léo Gomes foi convidado para fazer uma apresentação com a banda e se encaixou tão bem no som que ficou fixo tocando teclado. Marcelinho e Léo já tocavam antes com Daniel Batera na banda de Edwin Ferraz.
Daniel na banda toca bateria e canta como fazia em Porto Alegre, mas um colega de faculdade entrou também no vocal, o Lukão. A banda hoje está parada novamente, pois o guitarrista se mudou do Rio e teve de sair da banda. Lukão se formou na faculdade e acabou indo embora também. Mas em seguida irão retomar suas atividades e com certeza fazer muitos shows aceitando os convites que tem recebido.

Produtor e Organizador
Daniel no Rio de Janeiro também se aventurou a produzir eventos, organizar workshops. Começou em 2004, quando trouxe de Los Angeles (EUA) ao Rio de Janeiro os bateras e percussionistas Julio Figueroa e Alex Acuña. Esse evento foi muito especial na vida de Daniel pela amizade que fez com esse dois grandes artistas internacionais e pelo grande sucesso que obteve.

Em 2008 criou e produziu mais 5 grandes eventos, com o nome DANIEL BATERA CONVIDA, onde tocou com diferentes bandas em cada evento e teve como convidados alguns dos maiores bateristas do Brasil. Foram eles Guto Goffi (Barão Vermelho), Robertinho Silva (comemorando seus 50 anos de carreira), Renato Massa, Pascoal Meirelles e Camilo Mariano, todos grandes amigos de Daniel.

Daniel agora se prepara para dar continuidade ao “Daniel Batera Convida”, assim como produzir novos eventos com o “Della Veja Project” (Músicos mais rápidos do Mundo) e também um grande evento internacional no Brasil, com alguns dos maiores bateristas do planeta. AGUARDEM!!!

































12 Comentarios...

José Guilherme

agosto 17, 2009 @ 5:36 pm

Que linda história Daniel. Mas isso é só o começo de grandes sucessos e conquistas que terás meu amigo.

Eu não fazia idéia de tantas coisas que passaste até chegar onde você está.

Te desejo toda o sucesso do mundo, e muita experiência pela frente, que sejas um grande mestre na bateria.

Eu sempre fui atodidata, comecei a duas semanas atrás minha aula de bateria, com o grande mestre Maurici Ramos.(tendo eu hoje 15 anos/ (12/08/1994)

Que Deus continue te ajudando e abençoando o seu maravilhoso trabalho, você é simplismente genial meu amigo, continuas assim que irás muito mais longe do que tu podes imaginar.

Deus abençoe voces bateristas de Todo o Brasil, e que ele abençoe a sua música.

José Guilherme

Ítalo Morais

agosto 25, 2009 @ 2:03 am

Daniel, muito bonita sua historia, assim como de outros grandes musicos. Todos tem algo em comum, que é a dedicação e a busca de ser melhor no seu instrumento, de compreender mais a musica, de lutar por seus objetivos. Sou baterista e é bom ver grandes exemplos como o seu que podem ser seguidos. Sucesso pra você, e que Deus te abençoe.

Allan Rossine

outubro 1, 2009 @ 3:26 am

parabens bela trajetoria a sua cara, eu sou autodidata e espero evoluir assim como você!!

adeiter medeiros

dezembro 9, 2009 @ 4:05 pm

POxa DAniel eu tambem toco um pouco de bateria começei na igreja Presbiteriana de Lajinha MG.
So que tem um problema aki na minha cidade num tem nenhuma banda que eu poça mostrar meu talento!
So to tocando na igreja a sua historia é linda,poxa meu sonho é ser um bom batera so que eu num tenho uma condição financeira pra estudar e nem apoia de minha familia mais tenho certeza que deus vai abrir um caminho pra realizar esse sonho…
Seria possivel Daniel eu trabalhar com vc de Rodie e estudar com vc?
Meu cell é 33-84134413
A minha paixão depois de jesus é a bateria e a musica.

daniel batera

dezembro 10, 2009 @ 3:58 am

Poxa Adeiter!

Muito obrigado por sua proposta, fico lisongeado.
Mas acredito que será difícil prá você poder trabalhar comigo estando assim longe de onde eu moro (Rio de Janeiro - Capital)…
Mas se achar que é possível podemos conversar sim ok.
Só entrar nos contatos aqui do site e me enviar um e-mail.
Fico feliz em ver que pelo menos você está pensando numa maneira de correr atrás, aprender mais e fazer sua parte. Você está corretíssimo, continue assim.
Mas derrepente é mais fácil fazer essa mesma proposta para um bom professor de sua cidade, ou no mínimo mais próximo de onde vocêmora, para facilitar um pouco esse caminho, que com certeza não é fácil.

Grande abraço!

DANIEL BATERA®
http://www.danielbatera.com.br

adeiter medeiros

outubro 21, 2010 @ 9:23 pm

daniel eu estou querendo mudar pro rio de janeiro ate no ano que vem.
conserteza vou querer estudar com vc mano.
minha tia mora em sâo gonçalo.

victor

março 24, 2011 @ 5:51 pm

gostaria de tomar algumas aulas

daniel batera

março 25, 2011 @ 6:17 am

Olá Victor!

Moro no Rio de Janeiro. De onde você é?

Acabei de fazer recentemente uma nova sala de aula com ar condicionado e 2 baterias, um espaço muito bacana.

Me ligue que combinamos suas aulas ok.

(21) 31814327 / 93656164

Grande abraço!

DANIEL BATERA®
http://www.danielbatera.com.br

Kleydson Daniel

julho 12, 2011 @ 8:36 pm

Parabéns cara.
Que Deus continue te abençoando cada dia mais.
Tenho 23 anos, toco bateria há 5 anos. Graças a Deus já tenho um pequeno conhecimento desse instrumento.
Comecei a estudar partitura.
Sonho em viver um dia da música. Tocando, dando aulas e também compondo, pois toco um pouco de violão e tenho algumas músicas próprias.
Más enquanto não realizo meu sonho, vou me inspirando em verdadeiros artistas como você.

Te desejo mais e mais sucesso cara.
Deus abençõe e parabéns pela vitória.

valdirene

fevereiro 19, 2012 @ 7:16 pm

De que cidade vc é?preciso de um prof. de porto alegre meu cel. 92550562

daniel batera

fevereiro 22, 2012 @ 11:52 pm

Olá Valdirene!

Eu sou de Porto Alegre, mas moro no Rio de Janeiro a mais de 12 anos.

Mas isso não é impecílio para aulas, pois dou aulas Online particulares, o que possibilita alunos terem aulas comigo independente da parte do mundo que estiverem. Só precisam de internet.

Se interessar mande e-mail para danielbatera@hotmaiil.com

Abraço!

DANIEL BATERA®
http://www.danielbatera.com.br

Marcelo

maio 2, 2013 @ 8:59 pm

Daniel,
Primeiramente parabens, saúde e sucesso. Também tive a oportunidade de conhecer o Professor Argus, isso foi na década de 80, ou melhor final dos anos 80. Estive no apartamento dele, na Gloria, para combinarmos aulas particulares, mas infelismente em função da distância de onde morava não voltei mais. A partir de 1990 por motivos de escolha profissional e faculdade parei de tocar. Agora voltei, como hobie estou começando a estudar novamente.
Abraço,

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