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Entrevista com Camilo Mariano por Daniel Ambrusi


Entrevista com Camilo Mariano


Camilo Mariano, é na atualidade um dos maiores bateristas do Brasil, o músico natural de São Luiz no Maranhão, veio para o Rio de janeiro em 1986 para fazer um grande show no Circo voador com os maiores artistas de São Luiz da época, e para nossa alegria, Camilo foi ficando…e ficando… e ficando… e está aqui até os dias de hoje.

Camilo é um músico mais do que consagrado e seu jeito de tocar já vem encantando a muitos anos.

Este baterista já trabalhou com inúmeros artistas da música popular brasileira entre shows e gravações. Artistas como: Alcione, Paulinho da viola, Tim Maia, Elba Ramalho, Maria Rita, Beth Carvalho, Sorriso Maroto, Bokaloca, Alexandre Pires, Diogo Nogueira, Leandro Sapucahi, entre outros, o que lhe proporcionou uma identidade única e quase insubstituível, uma verdadeira referência da MPB.

O peso do nome Camilo Mariano nos álbuns de todos esses artistas e vários outros que o músico gravou ao longo de sua carreira, é de extrema importância para todos os cantores e grupos com quem Camilo já trabalhou.

Atualmente ele faz parte da banda da cantora Maria Rita e desenvolve um trabalho instrumental com a banda Banana Mix.

Confira na entrevista abaixo um pouco do caminho percorrido por Camilo na construção desse legado invejável.



Entrevistador: Daniel Ambrusi


Ambrusi: Quando você deu início a carreira musical e como foi?


Camilo: Isso foi lá em São luiz do Maranhão por volta de 1966.

Com 11 anos eu entrei para a Escola Técnica Federal, onde estudei por 7 anos e lá comecei a tocar caixa clara ( Tarol ) na banda marcial. Em seguida, um pouco mais a frente, eu já com uns 14 anos, em uns daqueles dias de ensaio, havia uma banda de Rock e por sorte em um daqueles dias eu passando por ali o baterista não estava. Ai eu fiz um teste lá depois e comecei a tocar com o grupo musical da escola técnica federal. Nisso eu já tinha uns 16 anos.


Ambrusi: Quais foram as principais dificuldades que você enfrentou?


Camilo: A única!!!

Não foi uma dificuldade muito difícil de resolver. Na época o objetivo que minha família tinha com relação a mim era tonar-me um doutor e era a escola a minha prioridade.

Então na época que eu comecei a tocar bateria, meu irmão mais velho, que foi quem me criou, não gostava. Ele me proibia e eu fugia para tocar com as bandas, até que uma certa época eu já com 17 anos, um senhor dono de um grupo chamado “OS FANTOCHES” foi até a minha casa e pediu a meu pai ( Irmão) para que ele deixa-se eu tocar na banda dele… e eu toquei por uns 3 ou 4 anos já profissionalmente, e comecei a sair de casa e ganhar um dinheirinho para ajudar nas contas, ai meu pai foi entendendo.

Nós tocávamos muito em um clube perto de nossa casa em São Luiz, onde meu irmão foi tesoureiro em uma época e eu o flagrava as vezes olhando de longe cheio de alegria.

Eu não deixei de estudar, continuei estudando, me formei em economia pela universidade federal do Maranhão, isso tudo para ele poder deixar minha música em paz. E isso valeu a pena e agradeço muito a ele que já faleceu, porque ele foi muito importante para mim e para minha família e essa foi a única dificuldade que enfrentei no inicio de minha carreira.


Ambrusi: Quais foram suas influências na época?


Camilo: Todas!!!

Porque eu nunca estudei bateria, até hoje eu nunca fui para uma escola, nunca tive um professor me ensinando nada, eu fui aprendendo a medida que eu fui tocando e ouvindo as músicas para tocar nos bailes.

Eu posso dizer que sou cover de todos os grandes bateristas do mundo, da época de 70 até hoje. Tive influências de muitos bateristas americanos porque nessa época se tocava muita música internacional.

Eu comecei tocando cover de todos os grupos de Rock do mundo lá no Maranhão, grupos como: Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple, Emerson, Lake & Palmer, Eric Clapton, entre outras bandas que eu tocava as músicas e nem sequer sabia o nome do baterista. Depois que eu vim a conhecer…e nós tocávamos aquilo do nosso jeito mas dava certo.


Ambrusi: Qual foi o seu primeiro trabalho profissional e qual foi a sua sensação em enfrentar pela primeira vez o palco?


Camilo: Meu primeiro trabalho profissional foi o baile, pois eu considero o baile um trabalho profissional e uma das maiores escolas que o músico pode ter.

É óbvio que o músico deve estudar e é muito importante saber ler um divisão rítmica, porque isso facilita e expande muito o campo de trabalho do músico e lhe proporciona uma facilidade maior de entender melhor as coisas.

Hoje mesmo gravei um trabalho onde havia muitos compassos com 3, 4 e 5 tempos, isso tudo em uma mesma partitura. Se o músico não tiver essa noção, ele acaba perdendo o trabalho e além de tudo existem outros músicos que estudaram e estão ali trabalhando junto com você, e você não pode atrapalhar eles.

Então profissionalmente toquei também com alguns grupos de nome como Nonato e seu conjunto, mas meu primeiro e grande trabalho profissional foi o baile.


Ambrusi: Como foi trocar São Luiz pelo Rio de janeiro e o que te levou a tomar essa decisão?


Camilo: Existiu um trabalho que foi implantado em São Luiz, aonde os artistas do Rio iam tocar lá, e para ver o resultado, decidiram trazer também os artistas de São Luiz para o Rio.

Na época pegaram o que seriam os 10 melhores artista de São Luiz e trouxeram para cá em Março de 1986. Foi feita uma banda e eu como já tocava com todos esses artistas vim para tocar aqui no Rio e fui ficando…e ficando…e ficando…

Nessa época eu era economista do conselho de contas dos municípios em São luíz e logo aqui no Rio recebi um convite para tocar com uma banda instrumental e assim fui ficando…

Pouco tempo depois comecei a tocar com Tim Maia e mesmo tocando com Tim Maia também passei a tocar com a Alcione com quem fiquei por 10 anos. Hoje São Luiz está muito evoluída em matéria de músicos e artistas, mas é uma cidade pequena. Em relação à música você não perde nada, mas já em qualidade de vida sim…você perde um pouco.


Ambrusi: Você já tocou com muitos dos maiores nomes da musica brasileira, como: Tim Maia, Elba Ramalho, Paulinho da viola, entre muito outros. Com qual você trabalhou por mais tempo e com qual desses artistas você teve um “prazer especial” em tocar?


Camilo: Toquei com a Alcione e com a Elba Ramalho, por praticamente o mesmo tempo em torno de 10 anos. O prazer de tocar é uma coisa que não depende somente do artista, depende também do estilo de trabalho.

Mas como eu sou um “baileiro” e nasci para tocar qualquer negócio que me convidam, eu tive prazer em tocar com todos esses artistas. Meu carinho e minha preocupação de fazer sempre o melhor é da mesma forma com todos.

Nós temos sempre que fazer o melhor, pois não é só o nosso nome que está em questão, mas também o nome do artista e de outros músicos que estão ali no palco. Então temos que ser muito profissionais e dedicados em tudo, ter essa responsabilidade dentro de nós.

Desde a hora que está marcado uma data devemos nos preparar para ela. Então este prazer eu dedico a todos os artistas com a mesma proporção.


Ambrusi: Qual foi o caminho de aprendizado que você tomou, para chegar a ser o baterista mais requisitado para trabalhos de Samba no Brasil?


Camilo: Lá mesmo no Maranhão, eu aprendi a gostar de Samba de enredo e sempre me emocionei com as escolas de samba. Para fazer esses trabalhos de samba nos bailes lá no Maranhão eu aprendia as letras e cantava, e também tocava bossa-nova nos bares, etc… e comecei a me achar na obrigação de melhorar meu samba e comecei a ouvir alguns sambas tocados por Wilson das Neves, Alex Papa, Rubinho que tocava com Emílio Santiago, Rubinho Barsotti do Zimbo Trio, etc… Mas nunca imaginei que iria me tornar um baterista que tocasse um pouco de samba como eu toco.

Aqui no Rio comecei a tocar com a Alcione, e eu já gravava alguns discos dela e quando passei a tocar na banda dela entrei tocando percussão e paralelo a isso o Jorge Cardoso que era o maestro dela na época, começou a me chamar para gravar e comecei a me preocupar, pois quando você toca com outros músicos de percussão você tem que ouví-los para saber aonde vai encaixar o seu instrumento e para que todo mundo fique confortável a partir da bateria, pois minha função é acompanhar e não ser solista.

Nunca parei para estudar samba, mas Deus me ajudou demais nessa área e continua me ajudando.


Ambrusi: Quais são as fases que você considera “as melhores” de sua carreira e por que?


Camilo: Eu considero a minha maior fase e de mais batalha é essa aqui no Rio de Janeiro, nesses 23 anos que vivo aqui.

Eu falo sempre para todo mundo que se alguma coisa não deu certo em 100% na minha carreira foi por minha própria culpa, porque tudo foi legal para mim. Até hoje eu não tive nenhuma fase que eu possa considerar ruim.Você tem que ver que nem todo dia é igual.

Eu estava tocando com a Elba em uma época e quando sai da banda fiquei parado, mas isso faz parte e você tem que entender que isso faz parte. No momento que você entende isso você vê que isso não foi ruim e que simplesmente você está à espera de uma outra oportunidade. E pouco tempo depois voltei a tocar com a Elba por mais 8 anos e logo depois veio o trabalho com a Maria Rita, Sorriso Maroto e Diogo Nogueira.

A sua relação social é muito importante, você não pode jamais menosprezar alguém ou pretender ser mais do que alguém.

Eu não consigo ser mais do que ninguém até porque eu não sei nem o tanto que eu sou, então tento me relacionar com todo mundo da mesma maneira, dar o mesmo carinho para todo mundo, ser legal, respeitar, dar atenção e isso tudo te ajuda na sua vida profissional, isso faz o diferencial. Mas isso não pode ser forçado, você tem que fazer de forma natural.

Hoje tenho grandes amigos como: Calos Bala, Renato Massa, Pascoal Meireles, entre outros… e estamos sempre juntos, e nenhum de nós tem qualquer tipo de ganância de estar no lugar do outro, pelo contrário, a gente se ajuda muito.

O fato de hoje eu tocar com a Maria Rita não quer disser que eu esqueci meus amigos de baile, e quando eles me chamam para fazer um baile que paga 50 ou 70 reais, eu vou e faço uma festa que você nem imagina, nem que para isso eu gaste mais do que eu vou receber, mas eu vou para ficar com meus amigos.

Tem uma passagem que diz: “DO PÓ VIESTE E PARA O PÓ TU VOLTARÁS”, e se eu comecei no baile, eu não posso desprezar aquilo, não posso olhar aquilo como uma coisa insignificante, pois eu posso voltar pala lá, e se eu saí do baile ganhando pouco e estou aqui hoje é porque o baile foi importante. E se lá foi importante, no final de minha carreira quando os artistas não me quiserem mais, eu volto para o baile maravilhado.


Ambrusi: Qual foi o fato mais engraçado que você passou em todas as suas viagens?


Camilo: Geralmente esses fatos acontecem mais quando estamos em outro pais e não sabemos falar o idioma local.

Eu tenho uma pequena noção de inglês, que quando eu falo é uma maravilha, mas quando a pessoa responde já não presta mais (risada).

Uma certa vez estavamos na Finlândia tocando com a Alcione e saí com um amigo saxofonista. Como eu sou muito “GASTÃO”, gosto de comprar tudo que vejo até hoje, cheguei em uma loja e comprei uma lembrança para alguém e saí da loja…

Quando saí da loja veio meu amigo correndo e me chamou: “Camilo, Camilo… andando contigo eu saquei uma coisa legal, eu mandei uma letra ali em inglês que eu acho que arrasei… e eu perguntei: O que foi que você falou?

Ele respondeu: “Quando eu estava saindo a moça olhou para mim e falou: “Good Day, go in Peace”.

….  e eu respondi: No, no Thank you”… e eu disse: você sabe o que ela falou para você?

E ele disse: “Eu sei; ela perguntou se eu queria comprar mais alguma coisa e eu disse não, não obrigado!!!”

Eu disse: Não!!! Ela te desejou um bom dia e que você seguisse em paz e você disse que não, obrigado! (risada).


Ambrusi: Qual foi o lugar que você mais gostou de conhecer fora do paíz? Por que?


Camilo: Posso ser sincero?

Eu cheguei a uma conclusão que isso depende muito das pessoas que você encontra, etc… Porque todo lugar que agente viaja tem coisas lindas. Então no final da história vai valer mesmo o tempo que você tem para conhecer a cidade. Por exemplo, na Finlândia eu fiquei 4 dias e fiz alguns amigos que me levaram a conhecer outros lugares e isso me fez muito feliz. Então o bom é a viagem, independente do local.

Paris é um lugar maravilhoso, Madri, Londres, Amsterdã, etc… todos esses lugares foi muito bacana conhecer.

Mas eu gosto mesmo é de viajar pelo Brasil!!! rsrs.


Ambrusi: Quais sãos os equipamentos, que você utiliza em seus shows e qual você considera o seu xodó?


Camilo: Atualmente tudo o que uso em meus shows é meu xodó.

Eu uso a bateria Gretsh, os pratos Orion, baquetas Alba, peles Gess e Power Click.

O Power Click mesmo, é um de meus acessórios que me dá muita tranquilidade. Às vezes quando vou ensaiar e não posso levar a bateria, eu ajeito tudo, passo tudo pelo meu fone e dá certo.

Onde ando vou sempre com minha bagagem de equipamentos que é como a minha “escova de dentes”. Esses equipamentos nunca me deixam na mão, sempre que preciso é só retirar da mala do carro e atacar.


Ambrusi: Falando sobre seus trabalhos atuais, como começou seu trabalho com a cantora Maria Rita?


Camilo: Antes da Maria Rita aparecer na minha vida, graças a Deus; eu sempre trabalhei muito com o Leandro Sapucahi, que é um grande produtor e produziu o disco ” Samba meu” e na ocasião me chamou para gravar.

Eu já tocava antes com o Leandro na banda dele e ele quando formou essa banda para tocar com ela, basicamente pegou a banda que já o acompanhava e aproveitou para o trabalho com a Maria. Depois ele saiu para cuidar da carreira dele e nós continuamos com a Maria Rita e até hoje estamos seguindo graças a Deus… até o dia que Deus quizer e ela também. rsrs.


Ambrusi: Além do trabalho com a Maria Rita, sabemos também que você vem fazendo um trabalho instrumental com a banda Banana Mix. Como você define esse projeto e como tudo começou?


Camilo: O projeto do Banana Mix para mim como músico tem sido muito importante, porque me estimulou muito mais até mesmo para tocar o instrumento porque é um tipo de música que eu não estava acostumado a fazer. Cheguei a fazer a muitos ano atrás aqui mesmo no Rio de Janeiro, mas era um trabalho instrumental de cover. Alguma coisa era de autoria do grupo mas muito pouco e acabou logo.

O banana é um trabalho autoral do Luís Antônio e do Humphry Scott, e os arranjos também são deles. Eles estavam com esse trabalho pronto faltando somente a bateria e quando chegou na minha vez eu demorei um ano e meio e decidi colocar as baterias.

Logo depois eles me chamaram para fazer parte do grupo e eu aceitei… o que tem sido muito bom para mim até porque nós já começamos a fazer algumas coisas em alguns lugares. Porque o instrumental é um outro campo, uma outra história, um outro público, mas nessa história nós nos juntamos a muitas outras pessoas que tem esses mesmo tipo de trabalho e vão nos ajudando.

Um coisa que nos deu muito “GÁS”, e me fez muito feliz também foi quando o Daniel Batera nos convidou logo no começo do Banana  para encerrar a temporada do evento ” Daniel Batera Convida ” em 2008, e isso me deixou muito feliz.

Levei o Banana Mix, e chegando lá quando vimos aquela estrutura e o esforço do Daniel que é um guerreiro, um músico maravilho e competente, que pensa grande em  favor do músico e da música, ficamos muito estimulados e isso nos ajudou muito mais.

O Banana Mix é para mim um trabalho muito importante e nossa intenção é deixar esse trabalho muito vivo para depois poder pensar em outro.


Ambrusi: Deixe um recado para o nossos amigos de casa.


Camilo: A música é a arte mais ao alcance de todos nós.

Ela é fundamental em nosso dia a dia. Portanto, sempre que nos depararmos com momentos adversos, tenhamos na música o auxílio luxuoso e necessário para tornarmos a vida mais interessante e feliz.

Confira logo abaixo alguns vídeos de Camilo Mariano.

Entrevista por DANIEL AMBRUSI

www.danielambrusi.com.br

daniel-ambrusi

Camilo Mariano tocando com Maria Rita no Altas Horas

Camilo Mariano e Banana Mix na expomusic 2008

Camilo Mariano tocando no 5º Daniel Batera Convida - DEZ 2008


































7 Comentarios...

Wallace Moraes

abril 8, 2011 @ 11:40 pm

Muito bacana, essa entrevista com o Camilo Mariano. O Camilo Mariano é um músico muito antencioso com seus fâs. Sempre me atende com maior carinho no celular. Não tenho palavras para comentar sobre esse renomado baterista. Conto ao Daniel, Eu o conheci no workshop do Robertinho Silva, na escola de baterista Jorge Casagrande, um camara gente boa. Uma pena que não deu pra conversar com o Daniel. oque eu Disse foi “mande um abraço para o Camilo”. abração galera. Camilo que Deus te abeênçoe. Obrigado pela atenção. um mega abraço do seu amigo
Wallace Moraes!

daniel batera

abril 9, 2011 @ 2:55 am

Pois é brother, tu tava no meio de um monte de gente, falou isso e foi embora, não entendi… hehehehe. Quando quiser falar comigo é só parar e falar na boa mesmo. Não tenho porque não falar com alguém, afinal somos todos irmãos, e colegas de bateria.
Grande abraço!

DANIEL BATERA®
http://www.danielbatera.com.br

Wallace Moraes

abril 11, 2011 @ 9:41 pm

Opa, Daniel valeu mesmo. Pode deixar que dá próxima vez, eu vou trocar uma ideias com você. Sabe como é, geralmente músico do seu nível, são um pouco reservado. Tipo ” só falo com profissionais” Mais que bom, que você não é assim. De boa tem músicos que deixa os bateristas iniciante meio sem graça. Conto conversar com sua pessoa. O privilégio vai ser meu, de verdade. Obrigado mesmo, não tenho palavras para agradecer. Que Deus te abênçõe meu irmão de batera!

Regina C. de Deus

julho 11, 2011 @ 2:05 pm

Tenho o maior orgulho de ser sua sobrinha, ele é apaixonado pela família dele, ama a cada um de uma forma muito especial, sempre quando temos a oportunidade de estar com ele, somos muito amados e também o amamos muito!!!

bernardino

novembro 6, 2011 @ 9:10 pm

Um abraço para Camilo Mariano deste amigo aqui de Lyon França. Bernardino

Danilo Xavier

maio 7, 2013 @ 12:15 pm

Sou fã desse cara ai, me espelho muito nele. é um orgulho pra nós nordestinos.

Mauro Travincas

outubro 3, 2013 @ 6:21 pm

Tive o prazer de tocar algumas vezes com Camilo, aqui em São Luís, é um músico excepcional e um Ser humano maravilhoso. Tenho orgulho de ser seu amigo.

Mauro Travincas
Contrabaixista

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